domingo, 23 de março de 2008

Floripa sempre

Nasceu com nome da Senhora
Mesmo sendo a dos degredados
Como era comum naquela hora
Onde os homens eram soldados

Virou lugar dos despatriados
Até no nome, que foi Desterro
Terra destinada para o enterro
Daqueles há muito deserdados

Mas terra bela, inigualável
De um viver inevitável
Para se morrer em adoração

Viveu do povo; largou o luto
Na qualidade de uma vida
E de desterro; se fez reduto


Minha homenagem à terra que me acolheu e onde quero completar meu ciclo.

Um comentário:

Anônimo disse...

Florianópolis, tão falada em versos e prosas por autores mil, fulgura serena dentre as maiores capitais do meu Brasil.
Parabéns Florilha!!!
Parabéns Chico por tão sábias palavras.
Nilton Orany