quarta-feira, 18 de junho de 2008

O poeta suicida

Às vezes, a janela é só o que resta

Mesmo que para atirar o poema amarrotado

Que teima em não querer ser escrito


Um comentário:

Cármen Neves disse...

Olá!Vim agradecer as tuas visitas. Respondi a cada comentário feito no meu blog. Passa lá quando puderes, tá?!
Gostei das tuas palavras! Fizeram-me pensar, refletir, visualizar...